1.27.2011

O segredo de I

Fatalmente não sou de ter pudores.
Meus desejos comandam minha respiração, meu instinto, a velocidade do sangue em minha corrente.
Meus pensamentos são só desejo e sexo o tempo inteiro.
Desejo a adolescente que corre na rua e num deslize deixa à mostra o sutiã cor de rosa, então eu olho imagindo-a completamente nua em meu colo também nu e seus gritos me impulsionando a querê-la com mais lentidão para desespero dela. Desejo a mulher de quarenta casada e fogosa, minha vontade é visitá-la amigavelmente e na primeira oportunidade levantar sua saia, percorrer minhas mãos sobre sua pele e bloquear sua boca com um pedaço grosso de fita, segurá-la firme por trás e penetrar em seu ânus com toda minha força, amassando seus seios violentamente, chamando-a de puta e no momento do gozo agachar seu corpo para que meu sêmen seja despejado em seu rosto, seios e garganta.
Desejo a cristã de fala mansa e olhar solidário, quero por ela ser chupado, lambido, sugado até o último caldo. Dela eu quero a xoxota em minha boca, dela eu quero contrações e espasmos. Desejo as mãos da mãe do meu amigo em meu pênis, desejo chegar ao climax com ela masageando-me vagarosamente e usando seu sinismo para fingir que não está acontecendo nada. Quero a garotinha de nove anos sem curvas, nem seios, ou pelos, quero beijar na boquinha e ser seu primeiro. Quero experimentar o rapaz com jeito afeminado que mora na casa ao lado da minha, quero comê-lo e ser comido. Minha mente realiza meus mais escusos desejos todos os dias, isso me deixa cansado e meu desejo nunca é completamente saciado.