3.11.2010

O segredo de L.

CENSURADO.

15 comentários:

  1. Diah
    Seu texto está depurado, os espinhos mais escondidos, como unhas retraídas dentro da pata de um gato... Retraídos..., mas não o suficiente (o desnece ssáriamente suficiente). Sim, tenho que sentir a unha levando minha pele, e a suavidade da pata também.
    Seu texto é isso; veludo e lixa. É o prazer de ser lambido por um desses grandes felinos, cuja língua morna, húmida e macia, tira sangue!

    A história: é de amor. Mas, cruel em seu epílogo; que é quando a realidade de cada um se impõe, para o bem ou para o mal. Na verdade, para a realidade do ser (onde tudo acontece)!
    Sinto inveja do cara, mas ao mesmo tempo dou graças por não ser ele... Termino o conto com essa certeza.

    E com a certeza de sua leveza crua, que passa como o vento, como a brisa, move tudo, e vai embora - sem dar a perceber o quanto de pólen (incontávelmente despercebidos), vc depositou em nosso perceber...

    Se o meu amor não conter a minha amada..., dançamos os dois.

    Beijos, meu entardecer, meu amanhecer.

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  2. Dica =)
    Gostei da sua visita no meu blog,já to seguindo esse aqui, tive uma ótima primeira impressão!
    Volto sempre que der...
    Beijooooooooos mil!

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  3. Oh, Dica.
    Que inauguração perfeita!

    Teus personagens são fascinantes. Você é fascinante.

    Começo a achar que nasci pra te admirar.
    Estou mal, Dica. rs

    Beijos.

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  4. Que delicia que ta aqui... bejos...

    amiga.
    bom domingo!

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  5. Uma peninha
    Você não comentar
    Nossas palavrinhas.

    Já que está a inaugurar
    Um novo espaço
    Inaugure-se também:
    Caia no nosso laço.

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  6. Anônimo03:37

    odeio voce pela sua insensibilidade.....

    que Deus te dê um caminho a trilhar melhor doq ue vc está trilhando....
    tão nova e tão infeliz

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  7. Anônimo15:09

    p q vc usa as pessoas pra tentar se achar poeta??
    preciso dizer q te acho vazia e uma fedelha que nao sabe viver nem respeitar felicidade alheia
    sorte sua q vc mora longe de onde estou, pq eu chegaria a te agredir fisicamente ou coisa similar, vc é execrável , eu te odeio pela exposição que fez , vc sabe que eu leria essa merda e premeditou tudo, vc é insegura e o pior nao respeita nada que nao seja seus sentimentos e capricho. Sua fedelha .
    vc nao merece respeito.
    apague isso aqui, e acredite : nunca mais volto nesse lixo.
    Gostava de seus textos nao tinha nada contra vc, mas esqueça , vc é execravel .

    assim como me fez ler , uso esse seu espaço pra q vc saiba oq pensei disso tudo.
    Vc é uma morta em vida pramim.
    e por fim, te peço desculpas por invadir essa merda , jamais faria isso se nao sentisse tanto odio de vc nesse momento.
    apague e me esqueça .

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  8. Nossa, obrigado pela visita e pelo comentário.. confesso que ainda estou tentando absorver o clima do seu blog.. talvez na minha próxima visita já tenha entendido.

    ~Até a próxima, ah, tem post novo lá.. beijos.

    *DB*

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  9. Desanônimamente falando:

    Uma pena ter-se apagado o texto.
    1) Não conhecemos os envolvidos.
    2) Na verdade, não interessa a ninguém quem são, o que fazem, e o que (possívelmente), continuarão a fazer.
    3) Nosso interesse é em 'como' um texto é escrito, e não de 'quem'.
    4) Cem por cento de quem tem celular com camera (ou, que tenha a dita cuja), já filmou ou fotografou a amante, a amiga, nua; ou, fazendo amor. Isso já é arroz com feijão.
    5) A anônima em questão deveria estar feliz por ter passados momentos tão deliciosos de corpo presente, em quanto nós..., só apreciar um texto podemos (podíamos, foi apagado!).
    6) Fugimos da estupidez, mas não adianta: quanto mais corremos dela mais nos aproximamos.
    7) O texto, bem escrito diga-se de passagem, está em nossa memória e aí ficará, indelével.
    Não por causa dos protagonistas, aqui simples atores entretidos que estavam em seu próprio prazer (inclusive a anônima, com seu infantilizado ódio).
    8) Caso eu soltasse meu bichos aqui, não iria sobrar pedra sobre pedra, tenho língua ferina. Mas: não devo, não posso, e não quero (na verdade, estou calmo como uma manhã de verão, a beira de um plácido mar).
    9) Uma pena anônima entregar-se a um tão profundo 'ódio', envenenando-se bestamente por um relato tão coerente com uma realidade comum. Dica, apenas, foi um prisma que refletiu uma, das muitas facetas, de um acontecimento. Nós, de nossa parte, fizemos filtrar o relatado, o contado, cada um de seu jeito; e ninguém, ninguém!!, pensou nessa anônima personagem em particular.
    Ela se deu uma importância que não tinha, não tem, e não terá; a não ser como uma involuntária e, raivosa atriz.
    10) Nota dez para a autora: pela profundidade de como viu e relatou o fato, colocando-se nele de maneira humana, sensível, e discreta (não vi nome de ninguém, apelido, nome de cidade...).

    Todos, que aqui frequentam, esperaremos os próximos segredos, quem sabe alguns dos meus (passei uns meses na Penitenciária de San José, Costa Rica), que a Dica nem imagina; ou de como, com 6 aninhos, quase que fico com minha primona de 13.

    Aqui estaremos Dica, esperando pelo próximo segredo.
    Se algum dos envolvidos vier á tona..., fazer o que né: assim quis o Destino.

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  10. Voltei de saudades, tive tempo.Encontrei misterios.Desejo sorte e paz.Muito ti admiro!!!!!!!!!

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  11. Obrigado pelo apoio. As pessoas falam demais mesmo. Só quem ama pode entender de verdade.

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  12. será que alguém se ofendeu?

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  13. Faz parte da sagrada redoma as coisas privadas. É secreto!

    BeijooO' adorei o espaço, a vista.

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